Ilegitimidade Ativa em Pedido de Providências: O Rigor do Registro de Imóveis

Recentemente, a Corregedoria Geral da Justiça de São Paulo (CGJSP), no julgamento do Recurso Administrativo 1003424-86.2022.8.26.0123, reafirmou uma premissa básica, mas frequentemente negligenciada: na via administrativa, a posse e os contratos particulares não registrados não conferem legitimidade para pleitear o cancelamento de matrículas de terceiros. A decisão, relatada pela Corregedora-Geral Silvia Rocha, destaca que o […]